segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Ontem foi aniversário de uns dos grandes e poucos amores da minha vida, Caio Fernando Abreu, se ele estivesse vivo, estaria fazendo 62 anos de idade, pensando melhor Caio estará vivo para sempre, ele esta vivo na vida das pessoas que o lêem, eu por exemplo, Caio é vivo em mim todos os dias, nunca me esqueço da primeira vez que li seu vonto, "À beira do mar aberto" ,você me invadiu de um jeito, não conseguia acreditar como uma pessoa vivia, pensava, sentia, sonhava exatamente da mesma forma que eu, e dividia todo essa fardo de uma forma maravilhosa, escrevendo com todo o amor e a saudade de sempre, desculpa a minha audácia de tentar escrever alguma coisa pra você, o Melhor escritor, agradeço por você existir, e não me deixar sozinho, não há um dia que eu acorde e não pense em uma frase, trecho, ou um conto seu. Hoje o que eu mais queria era poder te abraçar, te tocar, ouvir tua voz, qualquer coisa que viesse de você, queria poder deitar no teu colo e chorar, chorar até esvaziar, sei que não precisaria te dizer uma palavra para que você soubesse o porque do meu choro, e isso é o que eu preciso, mas aperto forte os teus livros e sei que você esta ali. 
Mas como você me ensinou "no que depender de mim me recuso a ser infeliz", nós só queriamos ser feliz né Caio.

Meu amor, CFA.


"... que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria.Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz."

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